Leitura da Alma



“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.”


Bezerra de Menezes




domingo, 6 de junho de 2010

Defensor Público suspeito de agressão contra mulher

Vítima de ameaças pelo ex-marido, o defensor público, Luiz Cláudio Ramos Marins, 50 anos, a dona de casa, Patrícia Machado Ramos Marins, 30 anos, registrou ontem o terceiro caso. Na 134ª Delegacia Legal (DL/Centro), ela informou que por ciúmes o defensor teria destruído todas as suas roupas e desaparecido com objetos pessoais.


Segundo Patrícia, no dia 26 de março ela teve que sair de casa com o apoio da Polícia Militar porque Luiz Cláudio a estaria coagindo para que confessasse que o traía. “Só levei meus três filhos, de 5, 6 e 10 anos. No dia seguinte retornei com o meu pai e encontrei todas as minhas roupas destruídas. Ele desapareceu com minhas jóias, calçados, fotos e a CPU (Central de Processamesto) do computador onde eu armazenava nossas fotos”.

Ela contou ainda que ao mesmo tempo que ele mandava mensagens para seu celular fazendo ameaças, encaminhava outras dizendo que a amava e que queria retomar o relacionamento. Na semana passada Patrícia resolveu mudar com os filhos para uma casa alugada. Na segunda-feira, Luiz Cláudio teria tentado cercá-la, mas ela teria conseguido despistá-lo.

Porém, segundo a vítima, no momento em que chegava à escola do filho, no Centro, foi interceptada por ele novamente. Nesse intervalo, o irmão de Patrícia, Mário Lopes Júnior, telefonou para o celular dela e, ao ouvi-la, teria desconfiado que ela corria perigo. Ele foi até a casa da irmã e, não a encontrando, partiu para a escola, onde a teria encontrado sendo coagida pelo ex-cunhado, que a agarrava pelo braço e puxava o cabelo.

Na intenção de defendê-la, Mário Júnior abordou o defensor, que deu socos em seu rosto e o chutou várias vezes. Ao perceber que pessoas se aglomeravam na calçada da escola, o suspeito fugiu em seu carro. O jovem chamou a Polícia Militar, mas com a demora, seguiu com a irmã para a delegacia, onde o caso foi registrado. “Creio que telefonaram para ele informando que estava na delegacia. Ele apareceu depois com o advogado. O problema é que a Justiça não age na minha defesa”, criticou.

Juíza determinou que defensor não pode se aproximar da vítima

A equipe do jornal O Diário não conseguiu contactar com o defensor. Segundo o pai da vítima, o presidente da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ), Mário Lopes, o defensor teria dito que a vontade dele era acabar com Patrícia e toda a família e depois se matar. Segundo uma medida protetiva, de 20 de abril, assinada pela juíza Elizabete Franco, determina que Luiz Cláudio se mantenha afastado da ex-mulher e de toda a sua família por 200 metros, independente de lugar. “Ele nunca acatou essa determinação”, finaliza Patrícia, que disse temer por sua vida.

Fonte de pesquisa: www.odiarionews.net/wordpress/policia/defensor-publico-suspeito-de-agressao-contra-mulher/

Um comentário:

  1. Bom dia!! Fico indignado em ver que a justiça e amparo não é direito para todos. Só porque é defensor não pode ser responsabilizado pelos seus atos?? A Lei, Maria da Penha, dita vários tipos de violencia domestica, e o que me parece, quase todos foram cometidos contra a vitima. Ocupando o cargo que exerce, tal suspeito deveria ter mais cautela em seu comportamento. E o judiciário não deveria proteger esse tipo de servidor. Cade a justiça?? Só vale para leigos?? O que é preciso acontecer para entenderem que defensor também é ser humano passivel de cometer erro?? Que ela morra?? Fica aí o alerta!! Obrigado.

    ResponderExcluir

AÇÕES DE INTERESSE DA CATEGORIA

  • TJRJ Nº 0036995-53.2009.8.19.0014
  • TJRJ Nº 0022387-16.2010.8.19.0014
  • TJRJ Nº 0012642-12.2010.8.19.0014

Minha lista de blogs