Antes, Bacellar declarou que não vota nenhum projeto de lei encaminhado pelo Executivo (Gabinete da prefeita) “porque só manda lixo para cá”, exagerou Bacellar, que justificou seu voto contra: “Quero que vocês saiam daqui com a certeza de que vão ganhar um coisa para ficar. Esse projeto de lei é inconstitucional e é uma brincadeira sim que estão fazendo com vocês”, disse Bacellar, ratificando o mesmo termo utilizado pela vereadora llsan Vianna (PDT) e que provocou reação do vereador Vieira Reis (PRB). “Não estou aqui para brincadeira”, reclamou.
Toda vez que o projeto de lei era trazido à discussão os vereadores da situação criticavam a prefeita Rosinha, sob alegação de que ela estaria “usando politicamente os auxiliares de vigilância num projeto de lei que não poderia ser aprovado porque conceder a equiparação salarial aos auxiliares de vigilância com os guardas civis municipais geraria mais despesas e que era inconstitucional” . O posicionamento foi mantido até ontem pelos vereadores da oposição, Odisseia Carvalho (PT), Dante Lulas (PDT), Ilsan Vianna (PDT) Rogério Matoso (PPS) e Marcos Bacellar e Abdu Neme, que sustentavam que o projeto de lei não podia ser aprovado sem que antes tivesse um parecer jurídio da Câmara, contudo, nenhum deles apresentou qualquer emenda para a discussão em plenário.
Fonte de pesquisa: http://www.odiarionews.net/

Nenhum comentário:
Postar um comentário